Esta foi a minha intervenção na integra, na Assembleia de proprietários, realizada em 12-09-09, em Vilamoura:Meus Amigos
Fazendo referência a uma carta distribuída por uns senhores que ainda teimam em fazer-se passar por representantes dos proprietários da Aldeia do Mar, não posso deixar de fazer alguns comentários.
Então agora é ilegal fazer reuniões?
Então agora é ilegal fazer Assembleias?
Será ilegal lutar pela defesa do nosso Aldeamento?
Será ilegal retirar o nosso Aldeamento das cinzas onde permanecia há quase 20 anos e em menos de 4 meses apresentá-lo com dignidade aos seus legítimos proprietários?
Será ilegal conseguir um acordo com a Inframoura que com um dispêndio mínimo mensal médio de 9,00 € nos está a apresentar todos os dias grandes melhoramentos nos nossos espaços verdes?
Será ilegal lutar para que as crianças voltem novamente a poder brincar neste espaço maravilhoso que é o nosso Aldeamento?
Será ilegal lutar para que jovens e idosos possam voltar a viver em segurança no nosso Aldeamento?
Será ilegal ter já o caminho pedonal Vilamoura – Quarteira totalmente reparado?
Será ilegal ter já a garantia da Câmara/Inframoura, que brevemente se iniciará a construção do muro/vedação, numa das traseiras do nosso Aldeamento?
Será ilegal garantir a todos uma melhor rentabilização dos apartamentos?
Se tudo isto é ilegal então o que é legal?
Aproveitar a degradação para comprar barato?
Construir e ocupar em proveito próprio sobre terreno que é de todos nós?
Não pagar e usufruir dos benefícios pagos pelos outros?
Será legal ser agredido fisicamente por denunciar estes actos de puro oportunismo?
Será legal, no século 21 e no coração de Vilamoura, continuarem a existir aqui casas ocupadas
Meus Amigos
Tudo o que está a ser feito é legal.
E aqui perante vós dou a minha palavra de honra que pensando exclusivamente no interesse colectivo do nosso Aldeamento, continuarei a lutar, custe o que custar, contra todo o tipo de oportunistas, os quais já se constactou que não olham a meios para atingir os fins.
Obrigado e conto também convosco.
Vilamoura, 12-09-09