Informação (IF.16/08)
Nova carta aberta ao Sr. Carlos Pedrosa
Ao receber a convocatória de uma reunião da Apam para Fátima não posso deixar de lhe recordar as vossas cartas de 23.6.08 e 25.7.08 e naturalmente as minhas respostas.
Á sua carta de 23.6.08, de uma pagina, respondi-lhe com 5 páginas (IF nº. 5/08) para lhe demonstrar entre outras coisas que não tenho falta de informação.
Á sua carta de 25.7.08, (ver minha IF nº.12/08), chamei apenas triste à sua ordinária missiva, provei-lhe que não sou cobarde e também adiantei que o Sr., não o seria pois iria marcar uma reunião da Apam para Vilamoura como lhe pedi, para olhos nos olhos lhe provar perante todos os proprietários que alem de outras coisas o Sr., não é o homem que muitos julgam ser. Até eu estava enganado, o que poucas vezes me acontece.
Estamos perante um facto concreto Sr., Carlos Pedrosa!
Se o Sr., foi convocar a reunião da Apam para Fátima e não para Vilamoura pergunta-se: Quem tem medo de quem? Ou então como fala o povo: Quem é o cobarde afinal?
Em qualquer das minhas cartas disse-lhe que não me deslocaria para fora de zona do Aldeamento para assistir a reuniões.
Mas compreendo a sua atitude.
Em Fátima julga-se mais protegido pela Nossa Senhora.
Em Fátima está mais a vontade, pois como sempre tem as procurações para o apoiarem.
Tenha coragem, anule essa reunião e marque para Vilamoura. Se não o fizer certamente que os proprietários irão tirar as devidas ilações. Por mim já as tirei.
Vamos então fazer uma análise rápida aos pontos da convocatória:
Ponto 1 – Ao ler a acta não se esqueça que eu perguntei ao novo dono do restaurante quando iniciava as obras e ele me respondeu que durante 2 meses iniciariam. Afinal já lá vão quase 7 meses e aquela tristeza continua.
Ponto 2 – Não se esqueça que a direcção da Apam não está legal como já lhe expliquei em IFs anteriores e alem disso a carta que o Sr., escreveu ao Sr., Joaquim António é bem clara, o Sr., diz a determinada altura “nada podemos decidir porque a acta ainda não foi distribuída”.
Distribuída e aprovada e certamente nunca irá ser legalmente aprovada Sr., Carlos Pedrosa.
Ponto 4 – Então agora já é legal pedir dinheiro? Já há títulos constitutivos? Não há títulos nem vergonha.
Então dos 306 proprietários apenas +/- 80 são sócios da Apam e são esses que vão pagar para os restantes?
Então os 269.000 € que os proprietários ficaram a dever (por vossa culpa) à Entidade Administrante?
Só os elementos que se intitulam directores do Aldeamento devem qualquer coisa como mais de 40 000 €.
Cuidado, muito cuidadinho, isso é grave Sr., Carlos Pedrosa.
Ponto 5 – Estou pouco preocupado com as penhoras, apesar de não ser advogado sei perfeitamente que o processo é ilegal demais para se concretizarem essas penhoras. Mais preocupado estou com o tipo de Procuração pedida as proprietários. O Dr. Barros Mouro nunca precisou de procurações deste tipo.
Não posso deixar de lhe recordar que no passado dia 27-09-08, foi aprovado uma auditoria a todos os elementos que passaram pela direcção da Aldeia Nossa.
Com isto quero dizer que os Srs., estão impedidos por lei de tomar qualquer tipo de decisão ou representar o Aldeamento. Será por esse motivo que o v/ Advogado pede as procurações?
Srs. Proprietários:
As IFs aqui citadas podem ser lidas no meu blogue: http://joseagostinho.blogspot.com/. Se tiverem dificuldade por favor não deixem de me contactar: por correio electrónico: josemartinsagostinho@clix.pt ou pelo telemóvel: 914990046.
Esta IF, alem de ser publicada no meu blogue vai ser distribuída a todos os proprietários.
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José Martins Agostinho (16/11/2008)
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
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